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Por que acreditamos em um reinado literal de Cristo sobre a Terra, durante um período de mil anos, conhecido como milênio? A Bíblia nos fornece várias razões para isso. Por ora, veremos apenas cinco.

 

1) Aprisionamento Total de Satanás

Os estudiosos amilenistas entendem que o Milênio é um período entre a primeira e a segunda vinda de Cristo, então, para eles, já estamos vivendo no período do Milênio. No entanto, este ponto de vista é muito difícil de ser conciliada com os dados bíblicos. Em Apocalipse 20, lemos que, durante o Milênio, Satanás não irá enganar as nações, porque ele será preso.

Os amilenistas tentam resolver este problema falando de uma prisão parcial. William Hendriksen, por exemplo, disse que a prisão de Satanás está associada com a primeira vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.

[1] Ele diz mais especificamente que esta prisão começou quando Jesus triunfou sobre Satanás na tentação no deserto.[2] Para ele, a prisão relatada em Apocalipse 20, então, representa apenas a redução do poder de Satanás, de forma que ele não consiga evitar que a luz da revelação divina e do Evangelho da salvação alcance as nações.[3]

No entanto, como veremos a partir de agora, os dados bíblicos apontam para um aprisionamento total e não parcial.[4]

Robert L. Thomas observa muito bem que Apocalipse 20 fala de um aprisionamento total de Satanás e não parcial, e só a visão pré-milenista faz jus a esse acontecimento.[5] John Macarthur diz o texto de Apocalipse afirma que a atividade de Satanás no mundo “não será apenas limitada ou restringida, mas totalmente eliminada; …ele não terá permissão para influenciar o mundo de forma alguma”[6] A leitura natural Apcalipse 20 implica uma prisão literal, completa e total, exatamente como definido pelos pré-milenistas.[7]

Ao olharmos a cituação do mundo atual, devemos confessar que é estranho falarmos de um aprisionamento de Satanás. Grant Osborne observa que a Bíblia diz que, no tempo presente, ele cega a mente dos incrédulos (2Co 4.4); ele é retratado como aquele que ruge “como leão” e “procura a quem possa devorar” (lPe 5.8); ele lança “armadilhas” sobre os cristãos descuidados (lTm 3.7; 2Tm 2.26) e “age” especialmente “nos que vivem na desobediência” (Ef 2.2). Ele é chamado de o “deus deste mundo” (2Co 4.4), o “príncipe deste mundo” (Jo  12.31)  e o “príncipe do poderio do ar” (Ef 2.2). Os demônios são descritos como os “príncipes deste mundo de trevas” e “exércitos  espirituais da maldade” (Ef 6.12). Para Osborne, é difícil entender como essas passagens poderiam descrever alguém que está atualmente preso, a fim de que “não enganasse as nações”. Satanás, na presente era, é retratado principalmente como o “enganador”, portanto, Apocalipse 20.3b não corresponde à situação atual. Na verdade, ela exige um período após a Parúsia.[8]

O Dr. Wayne Grudem também observa esse fato:

“Aqui se tem em vista mais que um simples amarrar ou restrição de atividade. A imagem de Satanás lançado no abismo, fechado e trancado com um selo sobre ele dá-nos um quadro de remoção total da influencia sobre a terra. Diz quer Satanás está agora num abismo fechado e selado não se ajusta a presente situação do mundo durante a era da igreja, em que a atividade de Satanás ainda é muito forte…”

Alan Myatt também concorda ao afirmar:

“Embora, a primeira vinda de Cristo tivesse posto limitações na atividade de Satanás, a história dos últimos dois mil anos oferece muitas provas de que ele não foi amarrado no sentido aqui exposto. O século XX foi o mais violento na história, com a matança de centenas de milhões de pessoas, Existem povos e nações inteiros sendo enganados por falsa religiões”.[9]

Uso da palavra abismo também corrobora para uma prisão total. A palavra abismo refere-se a uma prisão para os maus espíritos; quando os espíritos malignos estão confinados no abismo, a Bíblia indica que eles são impedidos de alcançarem a terra.[10] Em Lucas 8:31, o abismo é entendido como aprisionamento total.[11] Em Apocalipse 9, João vê uma multidão de gafanhotos [que são demônios], que saía do poço. Craig Blaising observa que os danos causados por esses gafanhotos ocorrerão apenas depois que eles forem soltos. A implicação necessária é que sua influência deles não é exercida enquanto eles estiverem presos no abismo.[12] Acertadamente, Matthew Waymeyer diz que o texto não diz que Satanás irá enganar menos as nações, e sim que ele não mais irá enganar as nações.[13]

 

2) Sequência Cronológica entre os Capítulos 19 e 20 de Apocalipse

O Dr. Robert Culver defende que existe uma sequência cronológica entre os capítulos 19 e 20 de Apocalipse. Para ele, se não houvesse a separação editorial de capítulos, algo que não fazia parte do escrito original, esta continuidade seria mais evidente.[14] Culver também diz que no capítulo 19 vemos a eliminação de dois membros da trindade maligna (a Besta e o Falso Profeta), enquanto no capítulo 20, vemos a eliminação do terceiro membro, o próprio Satanás.[15] George E. Ladd, pré-milenista histórico, também defende a tese de que os capítulos 19 e 20 de Apocalipse apresentam uma continuidade cronológica.[16]

Outro fato importante é que a destruição desta Trindade não pode ocorrer em uma única vinda de Jesus.[17] A Bíblia claramente afirma que Satanás será lançado no Lago de Fogo, onde já estavam a Besta (Anticristo) e o Falso Profeta: O diabo, que as enganava, foi lançado no lago de fogo que arde com enxofre, onde já haviam sido lançados a besta e o falso profeta.” (Ap 20.10). Sabemos que a derrota da Besta e do Falso profeta acontecerá na Segunda Vinda de Cristo (Ap 19). Por isso, deve haver um período intermediário entre a Segunda Vinda de Cristo e a Derrota de Satanás. Que período seria este? O Milênio.

O Dr. Mark Hitchcok mostra também como os fatos se encaixam cronologicamente nos dois capítulos:

  • Segunda Vinda de Cristot (19.11-21)
  • Milênio / Aprisionamento de Satanás (20.1-6)
  • Soltura de Satanás / Batalha Final (20.7-10)
  • Grande Trono Branco (20: 11-15)
  • Estado Eterno (21– 22)

Segundo esse autor, interpretar o início do Milênio ocorrendo após a Segunda Vinda de Cristo é a leitura mais natural do texto, pois, cronologicamente, o Milênio (Ap 20) é tratado logo após a Segunda Vinda (Ap 19).[18]

Amilenistas como William Hendriksen e Anthony Hoekema dividem o livro de Apocalipse em seções paralelas, que não são sequenciais ou cronológicas, por isso, eles não veem uma relação cronológica entre os capítulos 19 e 20. Contra essa visão, o autor Craig Blaising fez uma sólida e excelente argumentação mostrando que todo o texto de Apocalipse 19.11-21.8 é composto de visões concernentes a volta de Jesus e seus subsequentes efeitos. Para ele, portanto, o Milênio é uma consequência da volta de Cristo.[19]

 

3) Promessas e Alianças Incondicionais Feitas a Israel

Deus fez inúmeras promessas incondicionais a Israel que até hoje não se cumpriram. Por exemplo, Deus prometeu que a terra de Canaã seria uma possessão perpétua de Israel (Gn 13.15; Gn 17.7-8). Considerando isso, O Dr. Walter Kaiser afirma que essa promessa não pode ser “espiritualizada ou transmutada para tipificar a Canaã celestial da qual a Canaã terrestre seria apenas um modelo”.[20]

É conhecido o fato de que muitos amilenistas e pós-milenistas afirmam que a igreja substituiu Israel no plano de Deus, por causa de sua rejeição ao Messias. Para esses autores, as promessas feitas a Israel não se cumprirão mais literalmente, pois elas dependiam da obediência do povo judeu. Contudo, Paulo diz que a rejeição do povo judeu, ou o seu endurecimento, não é algo permanente, mas temporário (Rm 11.25-26). Ele também diz que a restauração de Israel é devido à eleição desta nação e dos patriarcas, algo que a Bíblica considera “irrevogável” (Rm 11.29).[21] Aos dizer que a eleição de Israel como nação e os dons (que engloba a Aliança Abraâmica) decorrentes deste chamado são irrevogáveis, Paulo está dizendo que as Alianças de Deus com Israel se cumprirão após sua restauração espiritual. [22] O Dr. Norman Geisler explica:

“A primeira das alianças de Israel (abraâmica) é um pacto incondicional que Deus fez com Abraão e seus descendentes, o qual nunca foi cumprido em nenhum momento na história, antes ou depois do Advento. Devido ao fato de Israel ter rejeitado o seu Messias-Rei, que deve governar em Jerusalém (Mt 19.28) sobre toda a terra que Deus deu a Abraão, e visto que este reinado deverá durar para sempre, o evento ainda é futuro, ele não será cumprido até que Cristo volte (24.30; 25.31-34). Neste tempo, Abraão, Isaque, Jacó, Davi e todos os outros santos do Antigo Testamento, serão ressuscitados e reinarão literalmente sobre toda a terra em corpos físicos ressuscitados.”[23]

É necessário também observamos que mesmo a falha de Abraão e de sua descendência de obedecer a Lei de Deus não anulou as promessas das alianças. [24] Por isso, a despeito de todas as falhas, as promessas foram ratificadas várias vezes (Ex 3.24; Dt 9.5-6; Dt 4.31; 2Rs 13.23; Lc 1.67-73; At 3.25-26; Hb 6.13, 17-18).

 

 4) O Problema das Ressurreições de Apocalipse 20

a) O Problema da Primeira Ressureição

Agostinho entendia que primeira ressurreição de Apocalipse 20 era uma ressurreição espiritual, significando a regeneração. Contudo, o verbo reviver não está ligado não à conversão, pois, na sequência lógica do versículo, ele vem depois de uma morte de natureza física (“foram degolados”… “e reviveram”, vs. 4). Observe que eles estão revivendo não porque estavam mortos espiritualmente, mas porque seriam degolados. Alan Myatt completa:

“A linguagem da passagem é bem clara e sem ambiguidades. Não há necessidade nem possibilidade contextual para interpretar qualquer dos ezesan espiritualmente, a fim de dar sentido à passagem. No começo dos mil anos, alguns dos mortos tornam à vida; no final, o restante dos mortos torna à vida. Não há jogo de palavras evidente aqui. A passagem faz sentido perfeitamente quando interpreta de forma literal.

Isto é reforçado pelo fato de que a mesma palavra é utilizada com referência a tornar à vida em dois outros lugares no Apocalipse. Em Apocalipse 2.8 lemos: “Estas coisas diz o primeiro e o último, que esteve morto e tornou a viver” (ezesan). Aqui há uma clara referência à ressureição de Jesus. Em Apocalipse 13.14, lemos sobre a besta, que, ferida à espada, sobreviveu” (ezesan).”[25]

Diferentemente de Agostinha, os autores amilenistas Hoekema e Hendriksen disseram que a primeira ressurreição significa a ascensão do cristão ao céu, após a morte. Contudo, o Dr. Matthew Maymeyer afirma que a palavra “ressureição” (anastasis) nunca é usada no Novo Testamento para se referir a ascensão da alma de um cristão ao céu, após a morte.[26]

 

b) O Problema da Segunda Ressureição

Para os autores amilenistas e pós-milenistas, a segunda ressurreição de Apocalipse será uma ressurreição física e geral para todos os homens de todos os tempos. Eles apontam para alguns textos que, aparentemente, falam de uma ressurreição geral para todas as pessoas (João 5,28-29, Atos 24:15; Dn 12,2).

No entanto, esta interpretação também não está de acordo com o ensino das Escrituras. O versículo 4 de Apocalipse, como vimos, fala da primeira ressurreição. O versículo 5 fala da segunda ressurreição e indica claramente quem irá participar dela: “O resto dos mortos não reviveram, até que se completassem os mil anos” (Ap 20,5). É inegável que o texto afirma que somente aqueles que não participaram da primeira ressurreição (“o resto dos mortos”) irão participar na segunda ressurreição.[27]

Quanto aos textos que supostamente ensinam uma ressurreição geral (Dan 12.2, João 5,28-29), temos de compreender que eles ensinam apenas que haverá uma ressurreição para a vida eterna e outra para a destruição eterna. De acordo com o princípio da revelação progressiva, entendemos que os textos acima falam sobre duas ressurreições, no entanto, apenas numa revelação posterior, a Bíblia se encarrega de especificar que elas não ocorrerão ao mesmo tempo. Esse é um fato comum nas profecias bíblicas. Por exemplo, as duas vindas de Cristo à Terra foram apresentadas profeticamente no Antigo Testamento sem uma distinção clara. Somente na revelação posterior, essa distinção aparece claramente. Por isso, o texto de Apocalipse 20 é um complemento dos textos anteriores, indicando uma diferença de tempo entre as duas ressurreições.

 

5) Passagens que Indicam um Milênio Literal no Futuro

Isaías profetizou um tempo em que os animais serão mansos: O lobo e o cordeiro comerão juntos, e o leão comerá feno, como o boi, mas o pó será a comida da serpente. Não farão nem mal nem destruição em todo o meu santo monte” (Is 65.25). Alguns dizem que esta profecia se refere à eternidade no céu, mas esta interpretação não pode ser verdadeira, pois lemos também que, no mesmo período, haverá morte e pecado: “Nunca mais haverá nela uma criança que viva poucos dias, e um idoso que não complete os seus anos de idade; quem morrer aos cem anos ainda será jovem, e quem não chegar aos cem será maldito (Is 65.20). Segundo o Dr. Michael Vlach essa passagem requer a existência do Milênio.[28]

Logo após sua ressureição, Jesus permaneceu na Terra por 40 dias, ensinando os Discípulos sobre o “Reino de Deus” (At 1.3). É interessante notar, no versículo 3, o tema sobre o qual Jesus instruiu seus discípulos (Reino de Deus), porque essas instruções deram uma certeza muito grande a eles de que Jesus iria, de fato, restaurar um reino literal a Israel. Justamente por isso, os discípulos perguntaram a Jesus: “Senhor, é neste tempo que vais restaurar o reino a Israel?” (At 1.6).[29] Se o pré-milenismo fosse falso, este seria o momento adequado para Jesus corrigir seus discípulos. Contudo, Jesus não dissipa a esperança de um reino literal a Israel, mas lhes diz que o tempo da restauração do Reino não poderia ser revelado naquele momento: “Não lhes compete saber os tempos ou as datas que o Pai estabeleceu pela sua própria autoridade” (At 1.7). Fica implícito pela resposta de Jesus que já havia uma data estabelecida por Deus para a restauração do reino literal de Israel. Esta restauração teria início com o Milênio, conforme entendem os pré-milenistas.

A esperança de um Reino Literal para Israel permaneceu viva mesmo depois da Ascenção de Jesus. Pedro falou desta esperança claramente aos seus compatriotas judeus:

Mas foi assim que Deus cumpriu o que tinha predito por todos os profetas, dizendo que o seu Cristo haveria de sofrer. Arrependam-se, pois, e voltem-se para Deus, para que os seus pecados sejam cancelados, para que venham tempos de descanso da parte do Senhor, e ele mande o Cristo, o qual lhes foi designado, Jesus. É necessário que ele permaneça no céu até que chegue o tempo em que Deus restaurará todas as coisas, como falou há muito tempo, por meio dos seus santos profetas. (At 3.18-21)

O Dr. John Macarthur observa que Pedro enfatiza que as promessas sobre a primeira vinda de Jesus foram literalmente cumpridas. Por isso, os judeus deveriam esperar que as promessas de sua segunda vinda se cumpram literalmente.[30]


 

 

Notas:

[1] William Hendriksen. More Than Conquerors. Pg 222

[2] William Hendriksen. More Than Conquerors. Pg 222

[3] William Hendriksen. More Than Conquerors. Pg 222

[4] Robert. L. Thomas em As interpretações do Apocalipse. Pg 213

[5] Robert. L. Thomas em As interpretações do Apocalipse. Pg 213

[6] MacArthur, J. F., Jr. (2000). Revelation 12–22 (p. 236). Chicago: Moody Press.

[7] Matthew Waymeyer, Revelation 20 and the Millennial Debate (The Woodlands, TX: Kress Christian Publications, 2004), 19.

[8] Grant R. Osborne. Comentário Exegético de Apocalipse. Pg 785

[9] Franklin Ferreira e Alan Myatt. Teologia Sistemática. Pg 1145; (Vale observar que neste livro o Dr. Franklin Ferreira defende a posição amilenistas e o Dr. Alan Myatt a posição pré-milenista).

[10] John Macarthur. Christ’s Prophetic Plans (Kindle Locations 2175-2176).

[11]Matthew Waymeyer, Revelation 20 and the Millennial Debate (The Woodlands, TX: Kress Christian Publications, 2004), 19.

[12]Matthew Waymeyer, Revelation 20 and the Millennial Debate (The Woodlands, TX: Kress Christian Publications, 2004), 20.

[13]Matthew Waymeyer, Revelation 20 and the Millennial Debate (The Woodlands, TX: Kress Christian Publications, 2004), 24.

[14] Robert Culver. Teologia Sistemática, Bíblica e Histórica. Pg 1492

[15] Robert Culver. Teologia Sistemática, Bíblica e Histórica. Pg 1492

[16]  The Meaning of the Millennium: Four Views (Spectrum Multiview Book) (Kindle Locations 293-294).

[17] C. Marwin Pate. As Interpretações de Apocalipse. Pg 213; Ver também o Comentário Exégetico do Dr. Robert L. Thomas.

[18] • Hitchcock, Mark (2012-11-01). 101 Answers to Questions About the Book of Revelation (p. 217).

[19] Bock, Darrell L. (2010-07-14). Three Views on the Millennium and Beyond (Counterpoints: Bible and Theology) (p. 212)

[20] Walter Kaiser Jr. Teologia do Antigo Testamenot. Pg 93

[21] MacArthur, J., Jr. (Ed.). (1997). The MacArthur Study Bible (electronic ed., p. 1715). Nashville, TN: Word Pub.

[22]Ryrie, C. C. (1994). Ryrie study Bible: New International Version (Expanded ed.) (1744). Chicago: Moody Publishers.

[23] Norman Geisler. Teologia Sistemática. Pg 909

[24] Ryrie, Charles. Basic Theology (Kindle Location 8672).

[25] Franklin Ferreira e Alan Myatt. Teologia Sistemática. Pg 1146

[26]Matthew Waymeyer, Revelation 20 and the Millennial Debate (The Woodlands, TX: Kress Christian Publications, 2004), 39.

[27] Wayne Grudem. Teologia Sistemática. Pg 955

[28] Michael Vlach. Is Revelation 20 the Only Supporting Text For Premillenialism? Disponível em < http://theologicalstudies.org/ files/resources/Rev_20_an_d_OT.pdf> (26/02/2013)

[29] Robert Culver. Teologia Sistemática, Bíblica e Histórica. Pg 1507

[30] MacArthur, John F.; Mayhue, Richard. Christ’s Prophetic Plans (Kindle Location 2935). Ver também Norman Geisler. Teologia Sistemática: vol 2. Pg 939


Autor: Leonardo Costa